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9 de abril de 2013

Livros de bolso.

Livros de bolso, Pocket ou Paperback (em inglês) é possível encontrar em muitas estantes de livrarias. Muitos autores não gostam deste tipo de versão pois chega a custar metade do preço e há pouco lucro.
No tempo em que estamos, os livros de bolso podem ser uma boa opção. São baratos (chegam a custar quase metade do preço) e fáceis de levar na mala e ler em qualquer lugar.

Eu sou bastante esquisita. Eu gosto de ler um livro e quando coloco-o de novo na estante, gosto de ver o seu tamanho grande (altura) e como pouca o espaço. Faz-me muita confusão ver livros pequenos. Não só pelo meu gosto mas porque geralmente a letra é mais pequena (custa um pouco a ler) e porque as capas são mais frágeis.

Quando decidi começar a ler livros em inglês, optei por escolher o paperback. Mais pequeno mas muito mais barato e o que importa é que a história está lá toda. Dependendo da editora, alguns livros só diferem 3 ou 4 cm dos originais.
Se para os livros em inglês uso os de bolso, os livro com tradução em português faço questão de ter a versão original. 

Depois de ler o livro a capa ficou um pouco dobrada. 

Pontos Positivos: História completa a metade do preço e fáceis de levar para todo o lado.
Pontos Negativos: Letra mais pequena e capa mais frágil.

Os livros de bolso são bastante práticos e chegam a ser uma boa solução para a leitura do livro que queremos muito ler mas achamos muito caro.

Nota: Claro que em Portugal, muitas vezes os livros de bolso não chegam a ser metade do preço. Eu já vi á venda livros pocket com uma diferença de um ou dois euros. Eu muitas vezes comparo os livros em Portugal com os do bookdepository. Um livro em inglês em formato pocket, aqui custa por volta dos 10-12 euros e o mesmo livro no bookdepository custa 6-7 euros. 

7 de março de 2013

Dica: Como ser mais feliz :)

Quando tive a minha pipoca (amo-te, ♥) entrei numa fase má da minha vida. Demorei cerca de 7 meses para dizer em voz alta "Tenho depressão pós-parto" e foi quando cheguei ao ponto de ficar quase 3 semanas sem sair de casa e sem ver a luz do sol. Uma das coisas que mais me perguntava (e ás vezes ainda pergunto a mim mesma) é: o que posso fazer para sentir-me mais feliz?